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18/05/08

My Solitude, My Nest, My Fate (05.2008) ©

Emptiness inside
Solitude embraces me
Loneliness is my pillow
My tender…
Looking forward
Nothing but empty above the horizon
Diving into the depth of the oceans
Darkness is my cradle
My nest…
Eyes closed
Laid down
Feeling time passing by
Emptiness inside
Crying the agony of life
The despair…
Empty words
Broken thoughts
Staring beyond Time
Feeling the beat
Flying inside
Sadness warms my soul
My fate…

The Hourglass (Solitude Aeturnus- reminding past and nowadays...)

Moments last to our closing eyes
No one gets out alive
The ring of truth bears no weight
Of prophesy none too late
.
The glassy eye of measured time
A witness to our mortal lies
On we stride our love behind
Too blind to see the other side
.
Destroy The hourglass
Unchain the sands of time
Fly on...
Return our chance for life
.
Pouring sand...
Drowning souls
Rising... Falling...
Beyond control
.
Tears of hope now lost to me
Cast upon the ancient sea
Forever trapped behind the glass
Tomorrow now becomes the past

03/05/08

Tempo III (02.2002) ©

Tempo!
Eu prometo
Não devia, mas prometo.
.
Desculpa novamente o meu impulso
Sou uma errante peregrina
Será mesmo esta a minha condição?
.
Espalharei o teu nome onde puder
A quem a mim vier
Abrirei os olhos ao mundo.
.
Deixa-me ser teu discípulo e profeta
E assim salvar do fundo
As almas inquietas.
.
Afinal, também mereces descanso
Deve ser difícil
Percorrer épocas e eras
De pesar profundo...
.
Vamos viver em harmonia
Afastar a agonia
Daquilo que tem sido afinal
A cruz e a ferida
Daquilo que tem sido afinal
A Vida.

Tempo II (02.2002) ©

Tempo!
Mestre dos mestres,
Ninguém te compreende.
Ninguém se preocupa.
Não obstante,
Todos te reconhecem
Mas todos te ignoram.
Eu Não!
.
Oh.. Desculpa a minha arrogância
Pretensão e prepotência
... Tens razão (claro!)
Não me devia esquecer,
É a grande lição
A primeira que dás a aprender.
.
... Sim...
Prostro-me perante ti.
Humildade acima de tudo,
Grande qualidade que também é virtude.
Calo-me diante a tua magnitude,
Porque só calando e ouvindo
Fala a voz ensurdecedora
Do ancião amigo.
.
Deixa-me ser teu anel.
Faz uma aliança comigo.
Quero saborear o prazer
De sobreviver e, talvez, viver...